Fibra aliada ao ômega 3 protege corpo contra câncer de cólon, destaca estudo
Colocar fibras e ômega 3 na dieta ajuda a proteger o corpo contra o câncer de cólon. É o que destaca estudo realizado na Texas A&M University. Mas se a fibra for aliada a outro tipo de gordura, como a de óleos vegetais, o efeito anticancerígeno diminui.
Robert Chapkin, autor da pesquisa, e sua equipe coordenaram o estudo feito em ratos e usaram ômega 3 e butirato, composto que se forma quando a fibra solúvel é quebrada no cólon. Os ratos alimentados com esses dois compostos reduziram a formação de tumor no cólon.
Já, os animais que tiveram dieta na base de fibras e óleo de milho tiveram aumento no surgimento da doença. O estudo identificou que o butirato e o ômega 3 matam células não saudáveis ou danificadas no cólon, o que é bom, pois se elas ficam na região podem se tornar cancerígenas.
O estudo, entretanto, ainda não certificou se ingerir esses dois alimentos juntos tem os mesmos efeitos nos seres humanos que os encontrados nos ratos.
Consumo indicado
Chapkin sugere que cada indivíduo consuma cerca de 3 gramas de ômega 3 diariamente. A substância pode ser encontrada em peixes magros, como salmão e sardinha, além de suplementos.
Matéria publicada: Do UOL Ciência e Saúde
Meus cometários:
Coloco esta matéria, não apenas pensando em indicar o consumo do ômega 3 associado às fibras. Mas sim para mostrar que mais uma vez, o consumo de alimentos saudáveis, da gordura saudável, pode fazer bem para nossa saúde.
Outra questão que levanto é com relação a quantidade. Não é para sair por aí comendo peixe todo dia e em grande quantidade, pois apesar conter uma gordura saudável, contém também calorias, o que pode engordar, além de pode aumentar os níveis de lipídeos sanguíneos, sem contar com o cuidado com o modo de preparo = peixe frito...não vale!!!
Portanto, vale a indicação correta para cada caso.
Muito obrigada!!!
Agradeço todos que estão votando no blog!!!
Grade abraço...
Viviane
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Alimento para o cérebro
Mulheres em idade fértil já deveriam pensar na ingestão adequada de ácido fólico, pois esta vitamina é fundamental para a boa formação do cérebro, além da memória, o que tem mostrado algumas pesquisas. Esta vitamina está presente nos ovos, leites, batata, peixes, vegetais como espinafre, rúcula, couve (verde escuro), batata, feijão. Normalmente, esta vitamina é utilizada como suplemento nutricional durante a gestação. O primeiro semestre é o principal para se ter o ácido fólico em quantidade adequada, pois é período de maior formação do bebê.
Depois do nascimento, alimentação a ser oferecida para o bebê também é importante para o bom desenvolvimento cerebral. Após os seis meses de vida (período de aleitamento materno exclusivo) é importante que a alimentação da criança tenha leite e carnes, pois são alimentos ricos em vitamina do complexo B, importante para o sistema nervoso!
Os flavonóides têm sido apontados como substâncias protetoras dos neurônios, além de melhorarem a memória. Estão presentes nas frutas como amora, uva, framboesa, frutas cítricas, repolho, brócolis, chá verde, vinho, porém lembre-se que o álcool não colabora com amemória!!!
Os alimentos como os peixes (salmão, sardinha, atum...), as nozes e as castanhas contém ômega 3, nutriente importante também para impedir a morte precoce dos neurônios, consequentemente também ajudam na memória.
Muitas pesquisas têm mostrado a relação da deficiência da vitamina B12 com demência, mal de Alzheimer.
Agora, podemos nos ajudar com as anotações, com as leituras, isto também colabora com a boa memória!!!
Beijos
Viviane
Depois do nascimento, alimentação a ser oferecida para o bebê também é importante para o bom desenvolvimento cerebral. Após os seis meses de vida (período de aleitamento materno exclusivo) é importante que a alimentação da criança tenha leite e carnes, pois são alimentos ricos em vitamina do complexo B, importante para o sistema nervoso!
Os flavonóides têm sido apontados como substâncias protetoras dos neurônios, além de melhorarem a memória. Estão presentes nas frutas como amora, uva, framboesa, frutas cítricas, repolho, brócolis, chá verde, vinho, porém lembre-se que o álcool não colabora com amemória!!!
Os alimentos como os peixes (salmão, sardinha, atum...), as nozes e as castanhas contém ômega 3, nutriente importante também para impedir a morte precoce dos neurônios, consequentemente também ajudam na memória.
Muitas pesquisas têm mostrado a relação da deficiência da vitamina B12 com demência, mal de Alzheimer.
Agora, podemos nos ajudar com as anotações, com as leituras, isto também colabora com a boa memória!!!
Beijos
Viviane
sexta-feira, 25 de março de 2011
Salmão e Mal de Alzheimer
Uma pesquisa israelense confirmou que comer peixes como salmão, ricos em Ômega 3, reduz os efeitos negativos do Mal de Alzheimer. O vilão dessa moléstia é um gene denominado APOE4, que está presente em metade dos portadores de Alzheimer e em 15% da população em geral.
Experimentos realizados com camundongos pelo professor Daniel Machelson, da Universidade de Tel Aviv, mostraram que a ingestão de alimentos ricos em Ômega 3 e baixos teores de colesterol reduziram significamente os efeitos negativos do gene.
O APOE é encontrado em todos os seres humanos e se apresenta em duas formas: um gene APOE 'bom' e um gene APOE 'ruim', ou APOE4.
- Condições externas que são geralmente consideradas boas podem ser prejudiciais se o rato for um portador do gene APOE4. Extrapolando esta experiência para a população humana, podemos dizer que os indivíduos com o gene APOE4 'ruins' são mais susceptíveis ao estresse causado por um ambiente que estimule o seu cérebro - diz Michaelson.
Expandindo sua pesquisa, Michaelson verificou que uma dieta rica em óleos de peixes com Ômega 3 neutraliza os efeitos nocivos do APOE4.
Fonte: Jornal do Brasil
Meus comentários
Já sabemos que vale a pena o consumo de alimentos ricos em ômegas e cada vez mais pesquisas mostram benefícios a mais. Agora, lembre-se que não vale fritar o peixe!!!O ideal é que ele seja assado, cozido ou grelhado.
Existe diversas espécies de salmão, isso faz com exista uma variação calórica de acordo com a espécie. Geralmente apresenta de 120 a 180 kcal por 100g de salmão cru. Já a quantidade de ômega 3 está presente em todas as espécies.
Aproveitem esta maravilha saudável!
Grande abraço
Viviane
Experimentos realizados com camundongos pelo professor Daniel Machelson, da Universidade de Tel Aviv, mostraram que a ingestão de alimentos ricos em Ômega 3 e baixos teores de colesterol reduziram significamente os efeitos negativos do gene.
O APOE é encontrado em todos os seres humanos e se apresenta em duas formas: um gene APOE 'bom' e um gene APOE 'ruim', ou APOE4.
- Condições externas que são geralmente consideradas boas podem ser prejudiciais se o rato for um portador do gene APOE4. Extrapolando esta experiência para a população humana, podemos dizer que os indivíduos com o gene APOE4 'ruins' são mais susceptíveis ao estresse causado por um ambiente que estimule o seu cérebro - diz Michaelson.
Expandindo sua pesquisa, Michaelson verificou que uma dieta rica em óleos de peixes com Ômega 3 neutraliza os efeitos nocivos do APOE4.
Fonte: Jornal do Brasil
Meus comentários
Já sabemos que vale a pena o consumo de alimentos ricos em ômegas e cada vez mais pesquisas mostram benefícios a mais. Agora, lembre-se que não vale fritar o peixe!!!O ideal é que ele seja assado, cozido ou grelhado.
Existe diversas espécies de salmão, isso faz com exista uma variação calórica de acordo com a espécie. Geralmente apresenta de 120 a 180 kcal por 100g de salmão cru. Já a quantidade de ômega 3 está presente em todas as espécies.
Aproveitem esta maravilha saudável!
Grande abraço
Viviane
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Dieta mediterrânea ajuda a prevenir depressão
Esta matéria foi publicada pela BBC Brasil. Mais uma vez a alimentação colaborando para nosso bem estar!
Dieta mediterrânea
Rica em ácidos graxos monoinsaturados como o azeite de oliva
Consumo moderado de álcool e laticínios
Baixo consumo de carne vermelha
Alto consumo de legumes, verduras, frutas, castanhas, cereais e peixe
A dieta mediterrânea - que, acredita-se, protege contra doenças cardíacas e o câncer - pode ajudar também a prevenir a depressão, indica um estudo feito por pesquisadores espanhóis.
A dieta se baseia em alimentos que tradicionalmente são consumidos nas cidades às margens do Mar Mediterrâneo, daí o seu nome. Ela inclui grãos integrais, hortaliças, oleaginosas, azeitonas, azeite de oliva extra virgem e menos carnes vermelhas, que são substituídas pelo consumo de peixe.
Os cientistas espanhóis constataram na pesquisa que pessoas que seguem essa dieta têm 30% menos chances de desenvolver depressão.
A equipe, das Universidades de Las Palmas e Navarra, monitorou 10.094 adultos saudáveis durante quatro anos e publicou seu estudo na revista científica Journal of the American Medical Association.
Padrões Alimentares
A equipe recrutou estudantes universitários e pediu que eles preenchessem questionários com informações sobre seus hábitos alimentares.
Com base nas informações, os pesquisadores calcularam a adesão dos participantes à dieta mediterrânea durante um período de, em média, 4,5 anos.
Os que apresentaram maiores índices de adesão à dieta tendiam a ser homens, ex-fumantes, casados e mais velhos.
Eles também eram mais ativos fisicamente e apresentavam um consumo total de energia mais elevado.
Os pesquisadores identificaram 480 novos casos de depressão durante o período em que monitoraram os participantes - 156 nos homens e 324 nas mulheres.
O estudo concluiu que os que apresentavam maior adesão à dieta tinham 30% menos probabilidade de ter depressão.
O estado civil, o número de filhos e outros indicadores associados a estilos de vida saudáveis também foram considerados pelos pesquisadores ao se calcular a probabilidade de desenvolver a desordem.
Mais Pesquisas
O pesquisador Miguel Martinez-Gonzalez, da Universidade de Navarra, disse que os resultados terão de ser confirmados em estudos mais longos e com mais participantes, mas acrescentou que o atual estudo encontrou uma forte associação inversa entre a dieta mediterrânea e depressão.
"Trinta por cento é uma redução grande no risco e isso poderia ser muito importante considerando-se quão sérias são as consequências de uma depressão." Gonzalez disse ainda que é provável que a dieta de maneira geral seja mais importante do que o efeito de componentes individuais.
A psicóloga clínica Cecilia D'Felice disse que há cada vez mais evidências de que a dieta é importante no tratamento da depressão. Ela disse: "O que nós sabemos é que uma dieta rica em azeite de oliva aumenta a quantidade disponível de serotonina". "A maioria dos antidepressivos trabalha para manter mais serotonina no cérebro."
Matéria publicada pela BBC Brasil
Dieta mediterrânea
Rica em ácidos graxos monoinsaturados como o azeite de oliva
Consumo moderado de álcool e laticínios
Baixo consumo de carne vermelha
Alto consumo de legumes, verduras, frutas, castanhas, cereais e peixe
A dieta mediterrânea - que, acredita-se, protege contra doenças cardíacas e o câncer - pode ajudar também a prevenir a depressão, indica um estudo feito por pesquisadores espanhóis.
A dieta se baseia em alimentos que tradicionalmente são consumidos nas cidades às margens do Mar Mediterrâneo, daí o seu nome. Ela inclui grãos integrais, hortaliças, oleaginosas, azeitonas, azeite de oliva extra virgem e menos carnes vermelhas, que são substituídas pelo consumo de peixe.
Os cientistas espanhóis constataram na pesquisa que pessoas que seguem essa dieta têm 30% menos chances de desenvolver depressão.
A equipe, das Universidades de Las Palmas e Navarra, monitorou 10.094 adultos saudáveis durante quatro anos e publicou seu estudo na revista científica Journal of the American Medical Association.
Padrões Alimentares
A equipe recrutou estudantes universitários e pediu que eles preenchessem questionários com informações sobre seus hábitos alimentares.
Com base nas informações, os pesquisadores calcularam a adesão dos participantes à dieta mediterrânea durante um período de, em média, 4,5 anos.
Os que apresentaram maiores índices de adesão à dieta tendiam a ser homens, ex-fumantes, casados e mais velhos.
Eles também eram mais ativos fisicamente e apresentavam um consumo total de energia mais elevado.
Os pesquisadores identificaram 480 novos casos de depressão durante o período em que monitoraram os participantes - 156 nos homens e 324 nas mulheres.
O estudo concluiu que os que apresentavam maior adesão à dieta tinham 30% menos probabilidade de ter depressão.
O estado civil, o número de filhos e outros indicadores associados a estilos de vida saudáveis também foram considerados pelos pesquisadores ao se calcular a probabilidade de desenvolver a desordem.
Mais Pesquisas
O pesquisador Miguel Martinez-Gonzalez, da Universidade de Navarra, disse que os resultados terão de ser confirmados em estudos mais longos e com mais participantes, mas acrescentou que o atual estudo encontrou uma forte associação inversa entre a dieta mediterrânea e depressão.
"Trinta por cento é uma redução grande no risco e isso poderia ser muito importante considerando-se quão sérias são as consequências de uma depressão." Gonzalez disse ainda que é provável que a dieta de maneira geral seja mais importante do que o efeito de componentes individuais.
A psicóloga clínica Cecilia D'Felice disse que há cada vez mais evidências de que a dieta é importante no tratamento da depressão. Ela disse: "O que nós sabemos é que uma dieta rica em azeite de oliva aumenta a quantidade disponível de serotonina". "A maioria dos antidepressivos trabalha para manter mais serotonina no cérebro."
Matéria publicada pela BBC Brasil
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