Uma nova questão na área de pesquisa de psicologia vem sendo discutida. É a chamada autocompaixão, que nada mais é do que a maneira que cada um se vê!
Pois é, sempre digo, e não é difícil de se ver no nosso meio, seja familiar, profissional, enfim, pessoas se desdobrando para ajudar o próximo...mas e a ele mesmo?
As pesquisas têm mostrado que ao aceitar nossas imperfeições, conseguimos cuidar melhor de nós mesmos, nos deixando mais otimistas e menos depressivos e ansiosos. Isto pode colaborar muito em qualquer tratamento.
Onde quero chegar???
Ora, se reconheço que preciso melhorar, se acredito que posso melhorar, um tratamento para redução de peso ou para incorporação de hábitos de vida saudáveis se torna muito fácil e tranquilo. Acontece naturalmente...
Pensem nisso!!!
Beijos
Viviane
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sexta-feira, 11 de março de 2011
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Pimenta

Vamos falar da pimenta! Muitos gostam deste tempero, e podem usar, pois apresenta boas propriedades nutricionais. Porém, não abuse, pois a mesma substância responsável pelos benefícios é também responsável pela irritação da mucosa, sendo contra indicada para principalmente para quem tem problemas gastrointestinais (gastrite, úlcera, hemorróidas e outros).
A pimenta tem uma substância chamada CAPSAICINA. É esta substância responsável pelo gosto picante da pimenta, além de ser o responsável também pelas propriedades funcionais, como: expectorante; descongestionante; antioxidante; antibacteriana.
Outras duas propriedades bem interessantes são: sua capacidade de transformar parte das calorias dos alimentos em calor, ou seja, é considerada um ótimo indutor de termogênese; além de aumentar a liberação de catecolaminas (noradrenalina e adrenalina) e conseqüente diminuição do apetite e da ingestão de calorias, proteínas e gorduras nas refeições seguintes.
A dica é utilizar a pimenta vermelha junto com a refeição, ok?
Beijos,
Viviane
sexta-feira, 19 de março de 2010
Filhos acima do peso?
Matéria publicada no site: http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=4089&bd=1&pg=1&lg=
Coma menos, filho
Mães nem sempre reconhecem quando suas crianças estão acima do peso
Carlos Fioravanti - Edição Impressa 169 - Março 2010
O olhar das mães é poderoso. Descobre segredos, descortina o futuro, fortalece, afugenta fantasmas. Nem sempre, porém, identifica quando os filhos estão um pouco acima do peso. Em um estudo feito em Vitória, capital do Espírito Santo, com 1.282 crianças de 7 a 10 anos, apenas 10% das respectivas mães reconheceram que os filhos com sobrepeso ou obesidade estavam realmente pesando acima do normal para a altura e a idade.
Em outro estudo, essa equipe da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) verificou que 14% desse mesmo grupo de crianças apresentava pressão arterial acima do normal. “São dados preocupantes”, comenta Maria del Carmen Molina, professora da Ufes e coordenadora desses estudos. “Excesso de peso e hipertensão são dois fatores de risco para doenças cardiovasculares, a principal causa de morte na população brasileira.” Os pesquisadores esperavam que 20% das crianças estivessem com peso acima do recomendado (encontraram 23,3% com sobrepeso ou obesidade) e no máximo 10% com pressão arterial elevada.
Para avaliar esse risco futuro de enfarte ou de acidente vascular cerebral, os pesquisadores da Ufes não mediram apenas o peso, a altura e a pressão arterial de crianças de 7 a 10 anos de 29 escolas públicas e seis particulares de Vitória. Também avaliaram a alimentação, perguntando com que frequência consumiam frutas, sucos, legumes, leite, feijão, doces, salgadinhos, refrigerante, batata e maionese, e se tinham o hábito de fazer a primeira refeição do dia, o café da manhã. O que viram é que a garotada não está se alimentando tão bem quando as mães imaginavam. Viram também que o lazer, principalmente o sedentário, é intenso, com pelo menos três horas em frente à televisão ou no videogame, raramente saindo para brincar de pega-pega, jogar bola ou andar de bicicleta.
Examinando essas quatro variáveis (excesso de peso, hipertensão, alimentação de baixa qualidade e quatro horas ou mais de lazer sedentário diário), os pesquisadores verificaram que 20% das crianças apresentavam três fatores de risco para doenças cardiovasculares, 34% tinham dois fatores, 27% apenas um fator de risco e 12% não apresentavam nenhum fator de risco, de acordo com o trabalho da equipe da Ufes, em conjunto com a Universidade Autônoma de Madri, em fase de publicação.
O estado de saúde dos filhos pode refletir o das mães. Em um levantamento com 14.914 crianças brasileiras com menos de 10 anos publicado em 1996 na Revista de Saúde Pública, Elyne Engstrom, da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, e Luiz Anjos, da Escola Nacional de Saúde Pública,verificaram que crianças com sobrepeso tinham mães também com sobrepeso. Um estudo com 800 pais e mães de 439 estudantes realizado na Holanda chegou a resultados similares: 75% das mães e 77% dos pais de crianças com sobrepeso disseram que o filho ou filho estava com peso normal. Nessa pesquisa, publicada em janeiro na revista Acta Paediatrica, emergiu também uma relação direta entre o sobrepeso dos pais e o dos filhos.
Bebês prematuros - Agora o estudo em Vitória revela uma associação entre a escolaridade das mães e o risco de doença cardiovascular dos filhos: quanto mais anos de estudo das mães, melhor tende a ser a alimentação e portanto o peso, mais normal a pressão arterial e mais diversificada as atividades físicas dos filhos. “Verificamos também que a hipertensão é mais comum em crianças prematuras, que nascem antes de 37 semanas”, disse Maria del Carmen. “O desenvolvimento de doenças crônicas poderia ser uma das sequelas de nascer antes do tempo normal e com peso entre 700 gramas e 1 quilograma (kg), em vez de no mínimo 2,5 kg.”
Os resultados desses estudos não circularam apenas por meio de revistas científicas especializadas. “Mandamos carta para cada família informando que a criança tinha apresentado pressão arterial elevada e sugerimos que procurassem um posto de saúde ou um médico para confirmar o diagnóstico”, informou Maria del Carmen. “Comunicamos também à Secretaria de Saúde, cujos diretores e técnicos começaram a perceber que a hipertensão, antes considerada doença de adulto, pode ser também um problema de crianças. A primeira providência foi comprar medidores de pressão adequados para crianças e enviar aos postos de saúde.”
A responsabilidade por essa situação não é só da família – ou das mães. “Nas escolas que atendem a população de renda mais baixa”, observou Maria del Carmen, “mesmo com cardápio padronizado, as merendeiras colocam muito mais comida do que deveriam para as crianças, porque acham que precisam. Mesmo com cardápio padronizado, o valor calórico das refeições oferecidas às crianças às vezes era o dobro do que deveria ser”.
> Artigo científico
MOLINA, M.C. et al. Correspondência entre o estado nutricional de crianças e a percepção materna: um estudo populacional. Cadernos de Saúde Pública. 25(10):2.285-90. Out. 2009.
Mães nem sempre reconhecem quando suas crianças estão acima do peso
Carlos Fioravanti - Edição Impressa 169 - Março 2010
O olhar das mães é poderoso. Descobre segredos, descortina o futuro, fortalece, afugenta fantasmas. Nem sempre, porém, identifica quando os filhos estão um pouco acima do peso. Em um estudo feito em Vitória, capital do Espírito Santo, com 1.282 crianças de 7 a 10 anos, apenas 10% das respectivas mães reconheceram que os filhos com sobrepeso ou obesidade estavam realmente pesando acima do normal para a altura e a idade.
Em outro estudo, essa equipe da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) verificou que 14% desse mesmo grupo de crianças apresentava pressão arterial acima do normal. “São dados preocupantes”, comenta Maria del Carmen Molina, professora da Ufes e coordenadora desses estudos. “Excesso de peso e hipertensão são dois fatores de risco para doenças cardiovasculares, a principal causa de morte na população brasileira.” Os pesquisadores esperavam que 20% das crianças estivessem com peso acima do recomendado (encontraram 23,3% com sobrepeso ou obesidade) e no máximo 10% com pressão arterial elevada.
Para avaliar esse risco futuro de enfarte ou de acidente vascular cerebral, os pesquisadores da Ufes não mediram apenas o peso, a altura e a pressão arterial de crianças de 7 a 10 anos de 29 escolas públicas e seis particulares de Vitória. Também avaliaram a alimentação, perguntando com que frequência consumiam frutas, sucos, legumes, leite, feijão, doces, salgadinhos, refrigerante, batata e maionese, e se tinham o hábito de fazer a primeira refeição do dia, o café da manhã. O que viram é que a garotada não está se alimentando tão bem quando as mães imaginavam. Viram também que o lazer, principalmente o sedentário, é intenso, com pelo menos três horas em frente à televisão ou no videogame, raramente saindo para brincar de pega-pega, jogar bola ou andar de bicicleta.Examinando essas quatro variáveis (excesso de peso, hipertensão, alimentação de baixa qualidade e quatro horas ou mais de lazer sedentário diário), os pesquisadores verificaram que 20% das crianças apresentavam três fatores de risco para doenças cardiovasculares, 34% tinham dois fatores, 27% apenas um fator de risco e 12% não apresentavam nenhum fator de risco, de acordo com o trabalho da equipe da Ufes, em conjunto com a Universidade Autônoma de Madri, em fase de publicação.
O estado de saúde dos filhos pode refletir o das mães. Em um levantamento com 14.914 crianças brasileiras com menos de 10 anos publicado em 1996 na Revista de Saúde Pública, Elyne Engstrom, da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, e Luiz Anjos, da Escola Nacional de Saúde Pública,verificaram que crianças com sobrepeso tinham mães também com sobrepeso. Um estudo com 800 pais e mães de 439 estudantes realizado na Holanda chegou a resultados similares: 75% das mães e 77% dos pais de crianças com sobrepeso disseram que o filho ou filho estava com peso normal. Nessa pesquisa, publicada em janeiro na revista Acta Paediatrica, emergiu também uma relação direta entre o sobrepeso dos pais e o dos filhos.
Bebês prematuros - Agora o estudo em Vitória revela uma associação entre a escolaridade das mães e o risco de doença cardiovascular dos filhos: quanto mais anos de estudo das mães, melhor tende a ser a alimentação e portanto o peso, mais normal a pressão arterial e mais diversificada as atividades físicas dos filhos. “Verificamos também que a hipertensão é mais comum em crianças prematuras, que nascem antes de 37 semanas”, disse Maria del Carmen. “O desenvolvimento de doenças crônicas poderia ser uma das sequelas de nascer antes do tempo normal e com peso entre 700 gramas e 1 quilograma (kg), em vez de no mínimo 2,5 kg.”
Os resultados desses estudos não circularam apenas por meio de revistas científicas especializadas. “Mandamos carta para cada família informando que a criança tinha apresentado pressão arterial elevada e sugerimos que procurassem um posto de saúde ou um médico para confirmar o diagnóstico”, informou Maria del Carmen. “Comunicamos também à Secretaria de Saúde, cujos diretores e técnicos começaram a perceber que a hipertensão, antes considerada doença de adulto, pode ser também um problema de crianças. A primeira providência foi comprar medidores de pressão adequados para crianças e enviar aos postos de saúde.”
A responsabilidade por essa situação não é só da família – ou das mães. “Nas escolas que atendem a população de renda mais baixa”, observou Maria del Carmen, “mesmo com cardápio padronizado, as merendeiras colocam muito mais comida do que deveriam para as crianças, porque acham que precisam. Mesmo com cardápio padronizado, o valor calórico das refeições oferecidas às crianças às vezes era o dobro do que deveria ser”.
> Artigo científico
MOLINA, M.C. et al. Correspondência entre o estado nutricional de crianças e a percepção materna: um estudo populacional. Cadernos de Saúde Pública. 25(10):2.285-90. Out. 2009.
Meus comentários:
Em primeiro lugar, quer deixar claro que não coloquei esta matéria para que as mães se sintam culpadas ou negligentes, e sim para perceber nossos atos diários!
Acho muito interessante este artigo, pois mostra como deixamos de observar nossa rotina, viver na correria, e deixar de perceber alguns detalhes, e não apenas na vida dos filhos, com certeza na nossa vida.
Eu sempre digo que nossos filhos, quando dependentes, comem o que oferecemos. Se gosta de guloseimas, é porque mostramos a ele que isto existe! Aí, quando adolescente, onde ele começa a ter uma certa independência de escolha...queremos proibir de tudo?
Coloco algumas questões para reflexão:
Será que não é melhor ensinar limite, inclusive de alimentação desde bebê?
Por que pensamos que as crianças são diferentes de adolescentes?
Por que esperamos criar um hábito, para depois dizer que aquilo que fizemos até então, está errado?
Pensem nisso...e pensei em como nós estamos nos cuidando!
Beijos!
Beijos!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Pesquisa da USP mostra que consumo moderado de manteiga ou margarina não afeta coração
Pesquisa da USP mostra que consumo moderado de manteiga ou margarina não afeta coração - Estudo foi feito com pessoas que tinham síndrome metabólica, doença que atinge 30% dos brasileiros
Consumir manteiga ou margarina em quantidades moderadas não aumenta o risco de ter doenças cardiovasculares. É o que mostra uma pesquisa da USP feita com pessoas que tinham síndrome metabólica, doença que atinge 30% dos brasileiros e aumenta em cinco vezes a chance de sofrer derrames e ataques cardíacos.
Consumir manteiga ou margarina em quantidades moderadas não aumenta o risco de ter doenças cardiovasculares. É o que mostra uma pesquisa da USP feita com pessoas que tinham síndrome metabólica, doença que atinge 30% dos brasileiros e aumenta em cinco vezes a chance de sofrer derrames e ataques cardíacos.
O estudo, feito durante o doutorado da nutricionista Ana Carolina Gagliardi no Instituto do Coração (InCor), foi o primeiro no Brasil a estudar se manteiga ou margarina pioram o risco de doenças cardiovasculares. "No Brasil, mais de 50% da população tem o hábito de consumir manteiga ou margarina todos os dias", explica Ana Carolina.
Em seu estudo, a nutricionista solicitou que 66 voluntários deixassem de consumir as manteigas ou margarinas que estavam acostumados. Em seguida, os dividiu em quatro grupos e pediu para que consumissem, diariamente, as quantidades recomendadas por ela. Um dos grupos passou a consumir 15 gramas (g) de manteiga por dia; um segundo grupo consumiu 18g de margarina com gorduras trans; outro grupo de voluntários, 36g de margarina sem gorduras trans; e outro, 30g de margarina com fitoesterol, substância que reduz a quantidade de colesterol ruim do sangue. Cada uma dessas quantidades de manteiga ou margarina traz 12g de gordura. Para efeito de comparação, uma colher de sopa de margarina cheia pesa 15g.
Durante a pesquisa, nenhum dos voluntários mudou a dieta. Eles relataram ingerir poucas calorias (1.500 por dia), com mais gordura saturada e menos fibra que o recomendado.Poucas variaçõesDepois de 35 dias, a quantidade de proteínas que indica o risco de infarto permaneceu igual no sangue dos voluntários. O tempo para a mudança de dieta influenciar na quantidade dessas moléculas é de 28 dias. O colesterol ruim, chamado de LDL, também não aumentou no sangue. Apenas a margarina com fitoesterol ajudou a reduzir os níveis de colesterol ruim do sangue. O peso também não variou durante esse período.
Quem tem síndrome metabólica sofre pelo menos de três dos seguintes sintomas: obesidade na barriga, pressão alta, níveis baixos de bom colesterol (HDL) e altos níveis de glicose e gordura no sangue.Ana Carolina explica que são necessários mais estudos para saber se o risco de doenças do coração também permanece inalterado em pessoas saudáveis. Como a quantidade de gordura não afetou os pacientes que tinham maior propensão a doenças cardiovasculares, o mesmo deve acontecer com pessoas saudáveis.A pesquisadora explica que, desde que não exagere, a pessoa pode consumir manteiga ou margarina sem culpa. "As gorduras são calóricas, mas se a pessoa diminuir um pouco a quantidade de fritura, por exemplo, pode comer. Até mesmo quem deseja perder peso".
O doutorado de Ana Carolina foi defendido no Laboratório de Lípides do InCor, que pertence ao Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). A pesquisa foi orientada pelo cardiologista Raul Dias Santos Filho. Colaboraram no trabalho os pesquisadores Raul Maranhão, Eraldo Souza, da FMUSP, Jorge Mancini da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP e Ernest Schaefer da Universidade de Tuft, nos EUA.
Da USP
Áudio disponível:
Meu Comentário:
Apesar de ser um estudo apenas (precisamos de muitos para real comprovação), já é possível afirmar o que eu digo: Com boa orientação profissional e equilíbrio, podemos manter uma alimentação saudável, sem abrir mão de todos os nossos prazeres! Temos que curtir e amar nossa vida!
Grande beijo
Grande beijo
Viviane
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
CORRIDA DE RUA
Olá a todos! Vamos começar 2010 com novidade!!!
Além das dicas de alimentação e nutrição, vamos associar agora o exercício físico. estou com parceria com Henrique Mariano, professor de educação física (CREF: 69815-G/SP), formado pela FMU, e grande experiência em grupos de corrida com empresas como o SESC-SP, além de alunos personalizados.
O professor Henrique nos ajudará com algumas dicas no blog, além de orientar a prática de corrida de rua. Este projeto do consultório tem como objetivo geral, melhorar qualidade de vida, abaixo, ele coloca 13 motivos para correr...vale a pena!
Os treinos acontecerão 3x/semana em um parque da cidade de São Paulo, e em grupo. Terá meu acompanhamento nutricional durante todo o trabalho, sendo uma visita em consultório, e outra em campo, avaliando alimentação antes, durante e depois do treino, afim de melhorar cada vez mais desempenho do aluno.
Abaixo algumas dica do Henrique.
Maiores informações entre em contato: vivianelago@uol.com.br
Grande abraço.
13 motivos para correr
1. Coração: a corrida exige que o coração aumente o fluxo de sangue para todo o corpo. As fibras do músculo se fortalecem e a cavidade aumenta. Desta forma o coração bombeia mais sangue com menos batidas, se tornando mais eficiente. Com o aumento da circulação sangüínea pelo corpo, cresce a entrada de oxigênio nos tecidos.
2. Pulmões: correr faz com que o volume de ar inspirado seja maior, aumentando a sua capacidade de respiração.
3. Ossos: estimula a formação de massa óssea, aumentando a densidade óssea evitando problemas como a osteoporose (muito comum entre mulheres adultas e na terceira idade).
4. Pressão arterial: correr estimula a vasodilatação, o que reduz a resistência para a circulação de sangue. Uma maneira de diminuir a sua pressão é trabalhando a velocidade em terrenos plano.
5. Cérebro: aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que regula o sono e o apetite. Em baixas quantidades, essa substância está associada ao surgimento de problemas como a depressão.
6. Peso: quanto maior a intensidade do exercício maior a queima calórica e de gordura. A corrida ajuda a gastar muitas calorias, favorecendo a perda ou manutenção do seu peso. Em uma hora de treino, um atleta chega a queimar até 950 calorias.
7. Colesterol: diminui os níveis de LDL (colesterol “ruim”). Corredores de longas distâncias têm o nível mais alto de HDL (colesterol bom ), encarregado de transportar os ácidos graxos no sangue e de evitar o seu depósito nas artérias.
8. Estresse: com a corrida, há liberação do hormônio cortisol, aliviando o estresse e a ansiedade.
9. Sono: fazer atividade física, melhora a qualidade de sono. Correr faz a pessoa dormir melhor. Após o exercício, o corpo libera endorfina, substância que provoca a sensação de bem-estar e ajuda a relaxar.
10. Músculos: a corrida ajuda a melhorar a resistência muscular e também queima a gordura dos tecidos musculares, deixando-os mais fortes e definidos.
11. Rins: com o aumento da circulação, há também uma melhora da função dos rins, que filtram o sangue e reduzem o número de substâncias tóxicas que circulam pelo corpo.
12. Articulações: correr torna a cartilagem das articulações mais espessa, o que protege melhor essas regiões tão frágeis do nosso corpo.
13. Aumenta a libido: após 30 minutos de corrida, há um aumento da testosterona que permanece assim, por mais uma hora aproximadamente. No caso das mulheres também há um aumento dos hormônios relacionados ao desejo.
Se ainda não forem motivos suficientes para você, venha apenas brincar, fazer novas amizades e se divertir com a gente!!!
Além das dicas de alimentação e nutrição, vamos associar agora o exercício físico. estou com parceria com Henrique Mariano, professor de educação física (CREF: 69815-G/SP), formado pela FMU, e grande experiência em grupos de corrida com empresas como o SESC-SP, além de alunos personalizados.
O professor Henrique nos ajudará com algumas dicas no blog, além de orientar a prática de corrida de rua. Este projeto do consultório tem como objetivo geral, melhorar qualidade de vida, abaixo, ele coloca 13 motivos para correr...vale a pena!
Os treinos acontecerão 3x/semana em um parque da cidade de São Paulo, e em grupo. Terá meu acompanhamento nutricional durante todo o trabalho, sendo uma visita em consultório, e outra em campo, avaliando alimentação antes, durante e depois do treino, afim de melhorar cada vez mais desempenho do aluno.
Abaixo algumas dica do Henrique.
Maiores informações entre em contato: vivianelago@uol.com.br
Grande abraço.
13 motivos para correr
1. Coração: a corrida exige que o coração aumente o fluxo de sangue para todo o corpo. As fibras do músculo se fortalecem e a cavidade aumenta. Desta forma o coração bombeia mais sangue com menos batidas, se tornando mais eficiente. Com o aumento da circulação sangüínea pelo corpo, cresce a entrada de oxigênio nos tecidos.
2. Pulmões: correr faz com que o volume de ar inspirado seja maior, aumentando a sua capacidade de respiração.
3. Ossos: estimula a formação de massa óssea, aumentando a densidade óssea evitando problemas como a osteoporose (muito comum entre mulheres adultas e na terceira idade).
4. Pressão arterial: correr estimula a vasodilatação, o que reduz a resistência para a circulação de sangue. Uma maneira de diminuir a sua pressão é trabalhando a velocidade em terrenos plano.
5. Cérebro: aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que regula o sono e o apetite. Em baixas quantidades, essa substância está associada ao surgimento de problemas como a depressão.
6. Peso: quanto maior a intensidade do exercício maior a queima calórica e de gordura. A corrida ajuda a gastar muitas calorias, favorecendo a perda ou manutenção do seu peso. Em uma hora de treino, um atleta chega a queimar até 950 calorias.
7. Colesterol: diminui os níveis de LDL (colesterol “ruim”). Corredores de longas distâncias têm o nível mais alto de HDL (colesterol bom ), encarregado de transportar os ácidos graxos no sangue e de evitar o seu depósito nas artérias.
8. Estresse: com a corrida, há liberação do hormônio cortisol, aliviando o estresse e a ansiedade.
9. Sono: fazer atividade física, melhora a qualidade de sono. Correr faz a pessoa dormir melhor. Após o exercício, o corpo libera endorfina, substância que provoca a sensação de bem-estar e ajuda a relaxar.
10. Músculos: a corrida ajuda a melhorar a resistência muscular e também queima a gordura dos tecidos musculares, deixando-os mais fortes e definidos.
11. Rins: com o aumento da circulação, há também uma melhora da função dos rins, que filtram o sangue e reduzem o número de substâncias tóxicas que circulam pelo corpo.
12. Articulações: correr torna a cartilagem das articulações mais espessa, o que protege melhor essas regiões tão frágeis do nosso corpo.
13. Aumenta a libido: após 30 minutos de corrida, há um aumento da testosterona que permanece assim, por mais uma hora aproximadamente. No caso das mulheres também há um aumento dos hormônios relacionados ao desejo.
Se ainda não forem motivos suficientes para você, venha apenas brincar, fazer novas amizades e se divertir com a gente!!!
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Última parte - dicas comportamentais!
Olá, enfim a última parte das dicas de comportamento!
1) Evite ficar se pesando. Guarde a balança de casa! Pesar constantemente pode ser uma armadilha. Veja duas situações:
a. Perdi peso: “Oba, eu mereço comer uma pizza ou sobremesa”, se eu esquecer a quantidade....prejuízo na certa.
b. Ganhei peso: “Chega! Estou cansada de fazer dieta! Vou parar com tudo!” De repente você abandona o tratamento.
2) Identifique e diferencie: FOME, VONTADE e ANSIEDADE. São três situação que comemos de maneira diferente.
a. FOME: o que tiver você come, pode ser alface, não importa! Você come pensando em volume, portanto, come muito. Muitas vezes nem mastiga, outro motivo que leva a comer muito.
b. VONTADE: imagine a situação, você adora chocolate, mas um dia ficou com muita vontade de comer jiló. Não importa!!!Pode estar numa doceria, pode comer chocolate, mas a vontade do jiló continua. Se você tivesse partido para “matar” a vontade, talvez comesse menos. (observação: as grávidas e os maridos sabem do que estou falando, risos).
c. ANSIEDADE: comer qualquer coisa para esquecer de alguma dificuldade. Conclusão? Continua sem resolver seu problema, e talvez ganhou mais...culpa por comer o pacote de bolacha! Será que vale a pena?
3) Cuidado com os beliscos. Coisas pequenas e de baixa caloria podem enganar! Pense em uma bala de 10 calorias. Pouco, não é mesmo? Agora pense no pacote de bala?
4) Qualquer atividade física é valiosa! Escolha alguma coisa que te dê prazer.
5) Entenda que ao utilizar medicação para emagrecer, não significa sucesso absoluto. Você ainda é o principal fator para o sucesso.
6) Se valorize! Reconheça suas conquistas!
Espero que estas dicas ajuddem todos.
Utilizem o espaço de comentários para expor experiências! Vamos utilizar o blog como um canal de comunicação e trocas de experiências!
Grande beijo
1) Evite ficar se pesando. Guarde a balança de casa! Pesar constantemente pode ser uma armadilha. Veja duas situações:
a. Perdi peso: “Oba, eu mereço comer uma pizza ou sobremesa”, se eu esquecer a quantidade....prejuízo na certa.
b. Ganhei peso: “Chega! Estou cansada de fazer dieta! Vou parar com tudo!” De repente você abandona o tratamento.
2) Identifique e diferencie: FOME, VONTADE e ANSIEDADE. São três situação que comemos de maneira diferente.
a. FOME: o que tiver você come, pode ser alface, não importa! Você come pensando em volume, portanto, come muito. Muitas vezes nem mastiga, outro motivo que leva a comer muito.
b. VONTADE: imagine a situação, você adora chocolate, mas um dia ficou com muita vontade de comer jiló. Não importa!!!Pode estar numa doceria, pode comer chocolate, mas a vontade do jiló continua. Se você tivesse partido para “matar” a vontade, talvez comesse menos. (observação: as grávidas e os maridos sabem do que estou falando, risos).
c. ANSIEDADE: comer qualquer coisa para esquecer de alguma dificuldade. Conclusão? Continua sem resolver seu problema, e talvez ganhou mais...culpa por comer o pacote de bolacha! Será que vale a pena?
3) Cuidado com os beliscos. Coisas pequenas e de baixa caloria podem enganar! Pense em uma bala de 10 calorias. Pouco, não é mesmo? Agora pense no pacote de bala?
4) Qualquer atividade física é valiosa! Escolha alguma coisa que te dê prazer.
5) Entenda que ao utilizar medicação para emagrecer, não significa sucesso absoluto. Você ainda é o principal fator para o sucesso.
6) Se valorize! Reconheça suas conquistas!
Espero que estas dicas ajuddem todos.
Utilizem o espaço de comentários para expor experiências! Vamos utilizar o blog como um canal de comunicação e trocas de experiências!
Grande beijo
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Dicas de comportamento da Nutricionista
Lembram que eu iria colocar algumas dicas para ajudar na redução de peso?
Então vou colocar em três etapas algumas dicas, ok?
Espero que ajudem a todos!
Espero que ajudem a todos!
1) Comece mudando o nome DIETA. Este termo dá a impressão de que é algo sofredor, e pior, por curto tempo. Veja só, quantas vezes você não disse assim: “vou fazer dieta para perder 2 quilos até o casamento”. Passa o casamento, e volta os dois quilos!
2) Você acredita que está neste mundo só para sofrer? Então, por que fazer dieta a vida inteira?
3) Pense em reeducação alimentar, pois desta maneira você aprende a comer e se dá bem em qualquer situação!
4) Perceba os alimentos! Sinta ao máximo as qualidades do alimento que você come.
5) Identifique e “curta” os quatro sentidos (olfato, paladar, visão, tato) do alimento! Sua refeição deve ser tão atrativa quanto aquela vitrine do shopping!
6) Evite alimentação automática.
7) Varie bastante os alimentos que você come. Ou você aguenta comer barra de cereal, iogurte, salada e grelhado todo dia? Assim não dá, não é mesmo?
Bom, vou colocando aos poucos para que possamos refletir e colocar em prática!
Beijos
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