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terça-feira, 23 de julho de 2013

Suco ou Néctar - Qual a diferença?

Você sabe a diferença entre o suco e o néctar? Sempre digo que é difícil acompanhar todos os produtos que surgem no mercado, mesmo para nós nutricionistas, imagina para o público em geral? Onde buscar informações? Como entender os rótulos? Realmente não é uma tarefa fácil.
Então hoje, resolvi escrever sobre a diferença do néctar e do suco.
Segundo o Decreto n 6.871, de 4 de junho de 2009:
1)      “Suco ou sumo é a bebida não fermentada, não concentrada, ressalvados os casos a seguir especificados, e não diluída, destinada ao consumo, obtida da fruta madura e sã, ou parte do vegetal de origem, por processamento tecnológico adequado, submetida a tratamento que assegure a sua apresentação e conservação até o momento do consumo.
a)      É proibida a adição, em sucos, de aromas e corantes artificiais.
b)      O suco poderá ser adicionado de açúcares na quantidade máxima fixada para cada tipo de suco, observado o percentual máximo de dez por cento em peso, calculado em gramas de açúcar por cem gramas de suco, tendo sua denominação acrescida pela designação adoçado.”
2)      Néctar é a bebida não fermentada, obtida da diluição em água potável da parte comestível do vegetal ou de seu extrato, adicionado de açúcares, destinada ao consumo direto.
3)      Refresco ou bebida de fruta ou de vegetal é a bebida não fermentada, obtida pela diluição, em água potável, do suco de fruta, polpa ou extrato vegetal de sua origem, com ou sem adição de açúcares.
Resumindo, suco tem melhor qualidade por não conter aromas e corantes, o que pode acontecer nos néctares e refrescos. Com relação ao açúcar, o suco pode até ter em sua composição, porém tem quantidade certa a ser adicionada além da declaração no rótulo: ADOÇADO.
Por isso, sempre explico para os pacientes que devem observar no rótulo, não apenas a informação nutricional de calorias, mas também a lista de ingredientes, onde o açúcar, se existir, deve ser o último da lista, e não o primeiro como em várias marcas existentes no mercado. A ordem dos ingredientes que está descrito no rótulo deve ser colocada demonstrando os ingredientes na forma decrescente, ou seja, do ingrediente em maior quantidade para o que está em menor quantidade no produto.
Portanto, vamos dar preferência aos produtos com menor acréscimo de corantes, aromas e açúcares! Para quem puder, capriche nos sucos naturais, feito em casa, garantindo assim as vitaminas e o sabor natural das frutas!!!


Alguns exemplos…



Observem que o valor calórico não muda tanto entre os exemplos, porém a qualidade nutricional é importante, onde vemos que no exemplo 1 não existe adição de açúcar e não tem sódio, o que acontece nos próximos exemplos.
Portanto, fica a dica para se ler o rótulo!

Grande abraço
Viviane






quinta-feira, 25 de abril de 2013

Verdades sobre a Hipertensão Arterial




Verdades sobre a pressão alta, publicado no site da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Informações claras e importantes.

Vamos cuidar da nossa alimentação. Sempre digo que a alimentação do hipertenso ou diabético, por exemplo, é o padrão que qualquer pessoa deveria seguir, mesmo sem problemas de saúde! É alimentação da prevenção!!!

Lembre-se, muitas vezes a hipertensão é silenciosa, e isto é muito preocupante!

Grande abraço!!!

Viviane

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Celulite

Esta palavra assusta muitas mulheres..... Mas será possível reverter a situação?
Estava lendo esta entrevista de uma dermatologista, publicada no site da UOL, e achei interessante, pois é o que sempre comento com minhas pacientes. Não existe milagre, o que existe é muita força de vontade para que todas as ajudas possíveis sejam eficazes!

Além dos cremes, do exercício físico, a alimentação é fundamental para se obter bons resultados.

Veja as dicas a seguir.
1. Consumir alimentos ricos em fibras: frutas, verduras, legumes e cereais integrais

As fibras contribuem para aumentar a eliminação de toxinas , promover saciedade e melhorar o funcionamento intestinal

2. Redução do sódio (sal): promevem a retenção de líquidos, piorando a celulite
- substituir o shoyo pelo shoyo light
- substituir produtos enlatados e em conserva por produtos in natura
- cuidado com bebidas lights pois muitas contém o sódio como adoçante, portanto, apesar de baixa caloria podem contribui para a piora da celulite

3. Melhorar o consumo de alimentos ricos em potássio: são diuréticos - melhora da celulite
- Linhaça, amêndoas, água de coco, suco de laranja, iogurte e leite desnatado, batata cozida, beterraba, acelga, espinafre, melão, ameixa seca, abacate, damasco seco, soja cozida e salmão.

4. Vitaminas importantes: diminuem os fatores que agravam a celulite:
- Vitamina B6: frango, porco, peixe, ovos, aveia, amendoim, soja.
- Ácido fólico: carnes, verduras escuras, cereais, feijão, batata
- Vitamina B12: leite, ovos e carne
DICA: o cozimento diminui quantidade de vitamina B6 e B12 no alimento

5. Importante consumo de alimentos fontes de:
- Silício: cereais integrais como aveia, a salsinha.
- Fenólicos/ Resveratrol: oleaginosas, como as castanhas, amêndoas entre outras. Outra importante fonte é o vinho e o suco de uva. Recomenda-se três copos de sucos por dia, fracionados durante todo o dia.
- Flavonóides: uvas e frutas cítricas, açafrão da terra (cúrcuma)
- Fitoestrógenos: soja e linhaça
- Polifenóis: chá verde
- Ação antiinflamatório e antioxidante: óleo de macadâmia e de abóbora. Não utilize estes óleos para cozinhar, e sim depois do preparo, pois asssim se preserva as propriedades nutricionais. Além de tudo, são cosniderado ótimo para a hidratação da pele.

Além de tudo isto, manter seu peso adequado, uma alimentação equilibrada, é fundamental!

A dermatologista esclarece cinco dúvidas para o site UOL Estilo:

UOL Estilo: Os cremes anticelulite funcionam ou não? Qual é o seu mecanismo de ação?


Mônica Aribi: Funcionam até certo ponto e para casos leves, como o grau 1 (quando a celulite ainda é suave e só aparece se comprimir a região). Em uma escala de 1 a 10, os cosméticos funcionam no nível 4. Mesmo com o avanço da tecnologia farmacêutica, existe uma dificuldade de penetração até a camada gordurosa (hipoderme), onde se encontra a raiz do problema – para chegar nela é preciso atravessar a camada córnea, a epiderme e a derme, o que não é simples para um cosmético. Quando aplicados com uma massagem eficiente, isto é, de baixo para cima, com movimentos circulares, pressão média e com duração de cerca de 10 minutos por região, podem melhorar até mesmo graus mais intensos. Mas isso acontece mais pela ação mecânica da massagem do que pela ação do creme. A massagem melhora a circulação e destrói os nódulos de gordura.

UOL Estilo: O que é possível melhorar com a utilização desses cremes?

É possível melhorar as ondulações leves, ou seja, uma celulite grau 1, aquela que se não tiver nenhuma pressão não se nota. A partir do grau 2 (quando se enxerga sem apertar) é preciso o creme e mais uma massagem, que pode ser drenagem ou massagem redutora. A frequência das sessões vai depender da gravidade dos furinhos. A partir do grau 3 (quando se começa a ver ondulações mais profundas e repuxamentos), o ideal é creme, massagem e uma tecnologia, que pode ser radiofrequência ou infravermelho, que vão esquentar a célula de gordura e melhorar a formação de colágeno, amenizando os sintomas da celulite. Com mais colágeno a pele fica forte, melhora a circulação e consequentemente o seu aspecto. No grau 4, quando os furinhos são profundos e têm aquele aspecto de "casca de laranja", considerado o estágio mais avançado da celulite, além de creme, massagem e tecnologia muitas vezes é necessário fazer uma subcisão, que é a aplicação de um ácido hialurônico com partículas maiores, própria para corrigir depressão mais profunda. Mas é bom lembrar que esse procedimento tem efeito estético, não é um tratamento e nem age na causa do problema.

UOL Estilo: Para manter o problema sob controle, tem que usar os cremes para sempre? A cafeína ainda é o grande ativo dos cosméticos anticelulite?


Sim, os cremes devem ser utilizados regularmente, de uma a duas vezes por dia. A celulite não tem cura, ela tende a ser cumulativa por conta dos hormônios, que sofrem alterações com a idade, e da circulação, que vai ficando mais densa. Por isso, todos os métodos para seu controle devem ser mantidos para sempre, principalmente o uso de cremes. A cafeína continua, sim, sendo a grande estrela dos cosméticos anticelulite por ser um eficaz antiinflamatório e ainda ter ação de reduzir inchaços e melhorar a circulação local. Agora, com a apresentação em forma de "coffee berry", que é mais potente ainda, os efeitos drenante e antiinflamatório são mais eficientes. A cafeína em formulações de cosméticos de laboratórios confiáveis é processada com a tecnologia de nanoesferas, que reduz as moléculas para maior penetração. Nesses casos, fica garantido o efeito desejado.

UOL Estilo: Bermudas anticelulite agem em que nível? Elas funcionam mesmo?


Agem no mesmo grau dos cremes, pois os tecidos, além de conter ativos específicos para o problema, ainda fazem uma oclusão, o que favorece maior penetração das substâncias e um tempo mais prolongado de ação. Sempre que um dermatologista deseja que um ativo faça mais efeito, ele faz uma oclusão da área trabalhada, ou seja, cobre a região. Esse é o mecanismo dessas bermudas. Mas ainda prefiro o uso dos cremes, porque para serem aplicados exigem uma massagem, o que é muito eficaz para o problema. Porém, quanto mais fatores para combater o problema, melhor. Combinar creme (com os ativos certos) com massagem (descongestionante) e mais a bermuda (oclusiva), que são coisas fáceis de se fazer, é muito bom.

UOL Estilo: Por que alguns cremes contra celulite prometem redução de medidas? O mecanismo é o mesmo?

Porque esses cosméticos especificamente têm princípios ativos, como o tiratricol, que diminuem o tamanho da célula de gordura. Mas este efeito é temporário, só dura enquanto se usa o creme. É bom enfatizar que eles reduzem a célula de gordura, sem destruí-la, por isso quando são suspensos, o tecido adiposo volta ao seu tamanho normal.

Desculpem pela matéria grande para um blog!!!
Mas espero que ajude!
Grande abraço.
Viviane

terça-feira, 26 de abril de 2011

Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial

Hoje é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial! Aproveitem algumas matérias do blog com dicas sobre o sódio... o grande vilão da hipertensão arterial.

Acho a hipertensão uma doença silenciosa, pois nem sempre você sabe que sua pressão está elevada! E as consequências de um controle ruim são: problemas coração, derrame, insuficiência renal.

Outras atitutides importantes para o combate são: manter o peso ideal, praticar atividdade física programada, manter alimentação saudável e equilibrada.

O sal é um conservante, portanto, não está presente apenas nos alimentos salgados... Então atenção para todos os alimentos industrializados, como doces, bebidas, entre outros!

Se cuidem!!!

Grande abraço!

Viviane

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Saúde e indústria assinam acordo para reduzir teor de sódio em alimentos

Ontem, dia 07/04 foi comemorado o Dia Mundial da Saúde, e foi neste dia também que o governo federal e as indústrias de alimentos processados firmam um acordo para redução gradual de sódio em 16 categorias de produtos. O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. Algumas metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2012 e aprofundadas até 2014. Massas instantâneas - a quantidade fica limitada a 1.920,7 miligramas (ou 1,9 grama), até 2012. Isso representa uma diminuição anual de 30%. Pães de forma - o acordo prevê redução do teor máximo de sódio para 645 miligramas, até 2012, e para 522 miligramas, até 2014. Bisnaginhas - o limite será de 531 e 430 miligramas, nas mesmas datas que o pão de forma. Essas metas estabelecidas correspondem a uma redução de 10% ao ano. Está previsto, também, o estabelecimento de metas, ainda em julho deste ano, para o pão francês, os bolos prontos, as misturas para bolos, os salgadinhos de milho e as batatas fritas. Até o fim de 2011, será a vez dos biscoitos (cream cracker, recheados e maisena), embutidos (salsicha, presunto, hambúrguer, empanados, lingüiça, salame e mortadela), caldos e temperos, margarinas vegetais, maioneses, derivados de cereais, laticínios (bebidas lácteas, queijos e requeijão) e refeições prontas (pizza, lasanha, papa infantil salgada e sopas). Segundo dados da Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF) 2002/03, o consumo individual de sal, apenas nos domicílios brasileiros, foi de 9,6 gramas diários, o que representa quase o do dobro do recomendado pela OMS, que é de 5g por dia.
Este é um bom começo para melhorar a qualidadedos alimentos processados. O ideal seria com certeza uma alimentação mais natural possível, ou seja, sem consumir alimentos processados. Mas vamos ser realistas que hoje em dia isso fica um pouco difícil. Acho que este não é o único passo a ser tomado para que a população tenha hábitos saudáveis, porém é um começo de uma longa caminhada de conscientização de uma alimentação habitual saudável.

APOIO ESTA IDEIA!!! Grande beijo

Viviane

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Rótulos...segunda parte

O objetivo desta segunda parte da matéria é ensinar o significado de cada nutriente que deve ser obrigatoriamente colocado no rótulo. E mais do que isso, conseguir identificar o que significa os valores, por exemplo, o que é um alimento com pouco sódio? Espero que ajude!!!


NUTRIENTES:

1) Valor Energético: é a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais. Na rotulagem o valor energético é expresso em quilocalorias (kcal) e quilojoules (kJ).
Seu valor diário de referência é 2000 kcal / 8400 kJ.

Não calóricos: Significa que o produto tem menos de cinco calorias por porção ou outra quantidade designada (observe a porção).

Baixa caloria: Significa que o alimento possui no máximo 40kcal/100g (sólidos) ou 20kcal/100ml (líquidos).

2) Carboidratos: são os componentes dos alimentos cuja função principal é fornecer energia para as células do corpo, principalmente do cérebro. São encontrados em maior quantidade em massas, arroz, açúcar, mel, pães, farinhas, tubérculos e doces em geral.
Seu valor diário de referência é 300g.

Elevado teor de açúcar: significa que o alimento tem mais do que 15g de açúcar por 100g (sólidos) ou 7,5g por 100ml (líquidos) de produto na forma de como está exposto à venda.

3) Proteínas: são componentes dos alimentos necessários para a construção de nossos órgãos, tecidos e células. Encontramos nas carnes, ovos, leites e derivados, e nas leguminosas como feijão, lentilha, ervilha e soja.
Seu valor diário de referência é 75g.

4) Gorduras Totais: as gorduras são as principais fontes de energia do corpo e ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. As gorduras totais se referem a soma de todos os tipos de gorduras encontradas em um alimento.
Seu valor diário de referência é 55g.

Baixo teor de gordura: Significa que o alimento deve ter no máximo 3 gramas, de gordura por 100g (sólidos) ou 1,5g de gorduras/100ml (líquidos). Embora os óleos vegetais, por exemplo, não contenham colesterol, são 100% gordura. Os óleos vegetais são preferíveis à manteiga ou à banha de porco porque têm menos gordura saturada. Mas uma colher de sopa de óleo vegetal ainda tem umas 14 gramas de gordura e as mesmas 126 calorias encontradas em uma colher de sopa de manteiga ou creme de leite.

Sem gordura: para usar esse termo, o alimento deve ter no máximo 0,5g de gorduras/100g ou 100ml.

5) Gorduras Saturadas: tipo de gorduras presente nos alimentos de origem animal, são exemplos: carnes, toucinho, pele de frango, queijos, leite integral, manteiga, requeijão e iogurte. O consumo deste tipo de gordura deve ser moderado, pois grandes quantidades podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares.
Seu valor diário de referência é 22g.

Baixo teor de gordura saturada: expressão utilizada quando o alimento possui no máximo 1,5g de gordura saturada/100g (sólidos) ou 0,75g de gordura saturada /100ml (líquidos), e não mais de 15 por cento de suas calorias são provenientes de gordura saturada.

Elevado teor de gordura saturada: expressão utilizada quando o alimento possui mais do que 5g de gordura saturada/100g (sólidos) ou 2,5g de gordura saturada /100ml (líquidos), e não mais de 15 por cento de suas calorias são provenientes de gordura saturada.

6) Gorduras Trans (ou Ácidos Graxos Trans): tipo de gordura encontrada em grandes quantidades em alimentos industrializados como as margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, salgadinhos prontos, produtos de panificação, alimentos fritos e lanches que utilizam a gordura hidrogenada vegetal na sua preparação. Seu consumo deve ser controlado, pois este tipo de gordura está relacionado com o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Apesar de não existir valor diário de referência para a gordura trans, orienta-se que o consumo não deve ultrapassar a 2g por dia.

Elevado teor de gordura trans: significa que o alimento tem mais do que 0,6g de gordura trans por 100g ou 100ml.

7) Fibra Alimentar: está presente em diversos tipos de alimentos de origem vegetal como frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. A ingestão de fibras auxilia no funcionamento do intestino.
Seu valor diário de referência é 25g.

8) Sódio: está presente no sal de cozinha e alimentos industrializados (salgadinhos de pacote, molhos prontos, embutidos, produtos enlatados com salmoura), devendo ser consumidos com moderação, uma vez que o seu consumo excessivo pode levar ao aumento da pressão arterial.
Seu valor diário de referência é 2400mg.

Elevado teor de sódio: significa que o alimento tem mais do que 400mg de sódio por 100g ou 100ml.

Baixo teor de sódio: Contém os alimentos com 140 miligramas, ou menos, por porção ou por 100 gramas. O sal de mesa comum (cloreto de sódio) não é a única fonte de sódio. Ele também se encontra no glutamato monossódico, no bicarbonato de sódio e no nitrato de sódio, além de ocorrer naturalmente em alguns alimentos. os alimentos que têm essa informação em suas embalagens possuem no máximo 120mg de sódio/100g ou 100ml.

Baixíssimo teor de sódio: Significa que o alimento contém no máximo 40mg de sódio/100g ou 100ml.

Sem sal: Significa que o alimento contém no máximo 5mg de sódio/100g ou 100ml.

Light em sal: Significa que o alimento contém menos de 50% de sódio do que a versão original.

Bom é isso. Espero que estas informações ajudem na escolha dos alimentos!!!
Aguardem a última parte sobre os rótulos.
beijos
Viviane

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Lendo os rótulos....

Todos profissionais recomendam ler os rótulos dos alimentos. Propagandas enfatizam alguns benefícios de seus produtos. mas enfim... o que "absorver" destas informações? Como entender estas informações?
Foi pensando nas dificuldades que observo nos meus atendimentos que resolvi escrever sobre os rótulos, e ajudar na interpretação das informações.
É muito importante prestar atenção aos dados nutricionais expostos nos rótulos, pois eles nos informam o número de cada nutriente. Estes dados são importantes para que possamos conhecer o alimento que estamos consumindo, principalmente quando existe um controle alimentar devido a alguma patologia, como por exemplo:
- diabetes: controle de carboidrato;
- sobrepeso/obesidade: controle de calorias e gorduras;
- hipertensão arterial: controle de sódio (sal)

Dados obrigatórios do rótulo

PORÇÃO: é a quantidade média do alimento que deve ser usualmente consumidas por pessoas sadias a cada vez que o alimento é consumido.

MEDIDA CASEIRA: indica a medida normalmente utilizada pelo consumidor para medir os alimentos, como por exemplo, faca, colher, xícara. Esta informação é importante para que o consumidor tenha idéia real de quantidade.

%VALOR DIÁRIO - %VD: indica o quanto o produto em questão apresenta de energia e nutrientes em relação a uma dieta de 2000 calorias. Estes números supõem que se esteja ingerindo 2000 calorias diariamente. As verdadeiras porcentagens podem ser mais ou menos elevadas, dependendo das calorias da sua dieta. Se estiver consumindo menos de 2000 calorias, estará usando uma porcentagem maior que a ingestão diária recomendada. Se estiver comendo mais de 2000, estará usando uma menor. Cada nutriente apresenta um valor diferente para se calcular o VD.

EXEMPLO DE UM RÓTULO




Dependendo do tamanho da embalagem, o fabricante não é obrigado a colocar a informação nutricional, porém é obrigado sim a divulgar um contato, seja telefone, email ou caixa postal, onde o consumidor ao entrar em contato tenha todas as informações divulgadas.

Aguardem a próxima parte da matéria!
Beijos

Viviane

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Olha o sódio de novo!!!



Um estudo da ANVISA (Angência Nacional de Vigilância Sanitária) mostrou esta semana o excesso de sódio presente nos alimentos industrializados. Como se não bastasse a grande quantidade de sódio por porção de alimento, existe uma variação grande no mesmo produto de marcas diferentes. É o que observou em : batata palha que teve variação de até 14 vezes, salgadinhos de milho, esta variação entre uma marca e outra foi de 12 vezes. Portanto... está na hora de começar avalair os rótulo da informação nutricional com mais carinho!
As bebidas, também estão entre os produtos avaliados. E se você pensa que por estar consumindo um produto light, e pior, não é salgado, está livre do sódio? Se enganou!!! Os refrigerantes lights apresentam maior quantidade de sódio do que os da versão normal/tradicional. Isso pode acontecer pela adição do ciclamato de sódio, que é um adoçante utilizado em substituição ao açúcar.

Vejam na tabela a seguir um resumo dos alimentos estudados.



Bom, frente a dificuldade de se avaliar rótulos, vou postar nas próximas semanas uma série sobre a rotulagem de alimentos. Aguardem.

Grande abraço
Viviane

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Rótulos de alimentos infantis

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) analisou 44 produtos quanto a qualidade nutricional dos alimentos e embalagem. Verificou-se a falta de clareza nos rótulos. Apesar de todos estarem corretos segundo as normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o Idec ressalta que os produtos, por serem destinados a crianças, deveriam conter as informações nutricionais para os pequenos e não para adultos, seguir porções equivalentes nas diversas marcas e informar que o consumo excessivo de gordura, sódio e açúcar pode causar danos à saúde.

Precisamos tomar cuidado ao avaliar um rótulo, não olhar somente calorias e alegações visíveis colocadas pelas empresas. É mais complexo do que ser parece. Precisamos avaliar cada rótulo e definir a porção adequada para cada pessoa.

A lei coloca a porção usual do alimento, que pode não ser a sua. A comparação com a refer~encia diária de consumo é com relação a 200 kcal diárias, considerada a média ideal. Isto não significa que é o seu ideal. Isto provoca confusão também quando o alimento não tem fim específico para o consumo da criança e as recomendações ficam para adultos, quando que vai consumir, é uma criança.

São necessárias algumas continhas com as informações do rótulo, portanto, pergunte ao seu nutricionista como realizar a leitura e compreensão dos rótulos!

Beijos,
Viviane

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Especialistas esclarecem 25 dúvidas sobre o consumo de sal

Especialistas esclarecem 25 dúvidas sobre o consumo de sal

AMARÍLIS LAGE
FLÁVIA MANTOVANI
da Folha de S.Paulo

Ele começou a ser utilizado na culinária não por dar sabor aos alimentos, mas por seu potencial sanitário. Com um forte poder esterilizador, o sal conservava a comida, impedindo a reprodução de bactérias. Mas esse aliado inicial da saúde agora está sob a mira das entidades médicas.Associado a uma série de problemas, entre eles a hipertensão, o sal foi alvo de uma ação recente da American Medical Association. A entidade pediu à FDA (agência responsável pela regulamentação de alimentos e remédios nos Estados Unidos) que mudasse o status do sal, até agora considerado uma substância de consumo seguro. Além disso, a associação quer reduzir pela metade a quantidade de sódio em alimentos processados ou servidos em lojas de fast-food.

No Canadá, o guia de alimentação desenvolvido pelo governo segue o mesmo caminho. A próxima edição, que deve sair até o início de 2007, vai trazer recomendações para diminuir o sal na alimentação.O sal não traz só malefícios. Ele é necessário para o equilíbrio dos fluidos corporais e para a transmissão de impulsos nervosos.
O problema é que nosso paladar se adaptou tanto a ele que o consumo se tornou excessivo. Uma pesquisa recente do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) sobre fast-food encontrou sanduíches cujas unidades oferecem quase 80% do sódio recomendado por dia.A Folha ouviu especialistas para saber quais são as conseqüências desse exagero e como diminuir a quantidade de sal na comida.
A primeira dica é valorizar ervas e condimentos que acentuam os sabores. Afinal, "sem sal" não precisa ser sinônimo de "sem graça".
1 - Qual a importância do sal para a saúde?
O sal está diretamente ligado ao volume de fluidos fora das células. Tudo que modifica a quantidade de sal afeta a retenção de líqüidos no corpo. Ele ajuda a regular as passagens de líqüido e de substâncias pela membrana das células, mantendo a pressão osmótica delas. Além disso, é importante para a transmissão de impulsos nervosos.

2 - Sódio é sinônimo de sal?
Não. 6 g de sal equivalem a 2,4 g de sódio. Fique atento na hora de ler o rótulo dos alimentos: eles trazem a quantidade de sódio, e não de sal, que eles contêm.

3 - Quanto deve ser consumido por dia?
A recomendação é que adultos ingiram de quatro a seis gramas de sal por dia.

4 - Há recomendações específicas para crianças e idosos?
Ambos devem consumir menos sal. Aconselha-se que os pais não adicionem a substância à comida das crianças até os dois anos de idade. Além de o leite materno e o sódio já presente nos alimentos suprirem suas necessidades, evita-se, com isso, que elas se acostumem a uma alimentação muito salgada, já que é nessa fase que se forma o padrão gustativo.Já os idosos devem comer menos sal (o ideal seria cerca de 5 g por dia) porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão.

5 - Em média, quanto sal os brasileiros comem por dia?
Não há estudos populacionais que determinem um valor médio para todo o país. Mas pesquisas realizadas em alguns Estados mostraram que o consumo é de aproximadamente 12 g, valor muito acima do recomendado.

6 - Quem não acrescenta sal à comida come pouco sal?
Não necessariamente. Estima-se que 75% do sal que consumimos seja proveniente de alimentos processados industrialmente. Molhos, como o ketchup, produtos em conserva e embutidos são as opções mais ricas em sal. Os outros 30% vêm dos alimentos naturais e do sal que adicionamos aos alimentos.

7 - Doces estão liberados?
Não necessariamente. Quem tem hipertensão deve evitar produtos adoçados com ciclamato de sódio. Assim como o sal, esse adoçante tem sódio, que afeta a pressão.

8 - Posso suprir minha necessidade diária de sal só com alimentos naturais?
Sim. O sódio está presente na maioria dos alimentos, embora em quantidade pequena. Alimentos como carne, peixes e ovos podem suprir essa necessidade. O problema é que nossa alimentação é pobre em iodo, e o sal de cozinha é, por lei, enriquecido com essa substância. O iodo é importante para a saúde (gestantes que têm um consumo insuficiente de iodo, por exemplo, podem ter filhos com distúrbios cognitivos).

9 - O que acontece a quem ingere uma quantidade insuficiente de sal?
Problemas causados por ingestão insuficiente de sal são raros, mas acredita-se que uma dieta muito restritiva de sal (menos de um grama por dia para adultos) altera o perfil lipídico do organismo, aumentando os índices de colesterol ruim. Ainda não se sabe qual o mecanismo que leva a essa alteração.

10 - O excesso de sal leva à hipertensão?
Sim. Em populações que consomem muito sal, os índices de hipertensão são mais altos à medida que as pessoas envelhecem.

11 - O efeito do sal é o mesmo em todas as pessoas?
Não, os graus da sensibilidade ao sal variam de pessoa para pessoa. Acredita-se que algumas pessoas, por determinação genética, tenham rins que não manipulam bem o excesso de sal no organismo. Por isso, elas seriam mais sensíveis ao sal. Essa característica também está ligada a grupos étnicos: entre negros, por exemplo, a prevalência de pessoas mais sensíveis ao sal é maior. Homens e mulheres também apresentam resistência diferente ao sal. As mulheres, de modo geral, são mais "protegidas" contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso, o risco de ter hipertensão é mais acentuado nelas do que neles.

12 - Como é possível saber se alguém é hipersensível a sal?
Existem testes que permitem averiguar a sensibilidade ao sal, entretanto, eles são utilizados apenas em pesquisas. Esses exames não são usados na prática clínica porque a recomendação para todas as pessoas, independentemente de elas serem sensíveis ou não, é comer pouco sal.

13 - Quem tem pressão baixa precisa comer mais sal?
Não, pois o fato de a pessoa ter pressão baixa não significa que ela não possa ter hipertensão no futuro. Além disso, sabe-se que os riscos de problemas cardiovasculares são maiores entre pessoas que comem muito sal mesmo quando elas não apresentam hipertensão arterial. O mesmo vale para problemas renais e digestivos. Estudos também mostram que o excesso de sal pode causar broncoespasmos, piorando quadros de asma.

14 - O excedente de sal é liberado pelos rins?
Então por que se preocupar com a quantidade?O rim tem uma capacidade limitada para filtrar e excretar o sal. Quando o consumo é muito alto, o rim trabalha sob uma pressão maior e pode ter seu funcionamento comprometido. A hipertensão é uma das principais causas de doença renal crônica. Além disso, ingerir muito sal aumenta os riscos de cálculo renal --formação de pequenas "pedras" nos rins.

15 - Em quanto tempo o organismo consegue expelir o excesso após uma alimentação sobrecarregada de sal?
Pessoas normais demoram de um a dois dias para reequilibrar o organismo. Em pessoas com hipertensão, o processo de eliminação do excesso de sal demora de cinco a sete dias.

16 - Consumir sal em excesso dá celulite?
Não. A retenção de água que o sal promove é intravascular, e não na pele. Isso pode causar inchaços nas pernas ou nos dedos da mão, mas não celulite.

17 - O sal causa problemas na tireóide?
Sim e não. O cloreto de sódio não afeta a tireóide. Entretanto, no Brasil, o sal é enriquecido com iodo. Se consumido em excesso, o iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto em pessoas com predisposição genética a doenças auto-imunes. Em 2003, a Anvisa reduziu os níveis de iodo no sal para evitar esse tipo de problema.

18 - O que é o sal light e quais seus benefícios?
O sal light é formado por uma mistura de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Embora os dois possam ser chamados de sal, eles afetam o organismo de formas diferentes. Enquanto o potássio regula a retenção de líquidos dentro das células, o sódio age fora das células. Embora seja recomendado a pessoas com hipertensão, o sal light não é indicado para pessoas com problemas renais. Embora o potássio não leve a doenças renais, problemas nos rins levam a um acúmulo de potássio no corpo, o que aumenta os riscos de problemas cardíacos.

19 - Quais as diferenças entre o sal marinho e o sal mineral?
Embora sejam extraídos de formas diferentes (o mineral de minas subterrâneas e o marinho, da evaporação da água do mar), os dois apresentam a mesma composição e causam os mesmos efeitos no corpo.

20 - Qual a diferença do sal para o glutamato monossódico?
Além do cloreto de sódio, esse tempero tem outras substâncias que realçam o sabor de alguns alimentos. Como é rico em sódio, ele não pode ser considerado uma alternativa saudável ao sal.

21 - Faz diferença colocar o sal durante o cozimento ou adicioná-lo depois, quando a comida já está pronta?
Sim e não. Os efeitos do sal são os mesmos, independentemente do momento em que ele foi adicionado à comida. Mas os médicos recomendam que as pessoas tirem o saleiro da mesa porque elas tendem a colocar mais sal quando a comida já está pronta do que quando temperam na hora do cozimento.

22 - Posso substituir o sal por outra substância?
Embora não exista um substituto para salgar os alimentos, o sal pode ser trocado, nas receitas, por ervas e condimentos que acentuem o sabor dos alimentos.

23 - Grávidas devem seguir alguma orientação específica?
As regras são as mesmas, de quatro a seis gramas por dia. Como a mulher já tem uma tendência a reter líquidos durante a gravidez, o consumo excessivo de sal pode levá-la a um aumento de pressão, o que pode causar pré-eclampsia. Entretanto, a dieta também não pode ser muito restritiva em relação a sal, já que, nos primeiros meses, a gestante tende a ter uma pressão mais baixa, e a falta de sódio pode diminuir o fluxo de sangue que chega até a placenta.

24 - Como deve ser o consumo de sódio em esportistas?
O sódio, assim como outros sais minerais, é liberado pelo corpo junto com o suor. Por isso, pessoas que se exercitam intensamente podem perder mais sódio. Mas isso só se torna um problema se o exercício for praticado por muito tempo (a partir de uma hora, uma hora e meia), principalmente em ambientes quentes e úmidos. Nesses casos, a reposição deve ser feita por meio de bebidas isotônicas, e não pelo acréscimo de sal na comida.

25 - Quais são as regras para a utilização de sal nos alimentos processados?
A legislação brasileira não impõe limites para a quantidade de sal adicionada aos alimentos industrializados nem obriga as empresas a colocar alertas nas embalagens. Mas os fabricantes são obrigados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a informar no rótulo o teor de sódio no alimento.

Fontes: ANDREA GALANTE, nutricionista, presidente da Associação Brasileira de Nutrição; APARECIDA MACHADO DE MORAES, dermatologista, professora da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas); CELSO AMODEO, cardiologista e nefrologista, chefe de hipertensão do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese; CLÁUDIA DORNELLES SCHNEIDER, nutricionista especialista em ciências do esporte, professora das especializações da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul); DANIEL MAGNONI, cardiologista e nutrólogo do HCor (Hospital do Coração); JOCELEM MASTRODI SALGADO, pesquisadora e professora titular da Esalq (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"), da USP (Universidade de São Paulo), e presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais; LUCÉLIA CUNHA MAGALHÃES, cardiologista, conselheira científica da Sociedade Brasileira de Hipertensão e coordenadora do programa de hipertensão da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia; GERALDO MEDEIROS NETO, endocrinologista, professor da Faculdade de Medicina da USP; e PATRÍCIA FERREIRA ABREU, nefrologista, secretária-geral da Sociedade Brasileira de Nefrologia e professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo)

Materia extraída da Folha de São Paulo
Já falei no blog sobre o sal...esta é só para complementar!

Beijos
Viviane

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Reduzindo o SAL da nossa alimentação

Muitas pessoas gostam do velho tempero SAL. Pena que não faz muito bem para nós!!!

O consumo do sal está relacionado ao aumento da pressão arterial, que por sua vez está presente em casos de doença coronariana e acidentes vasculares cerebrais. Portanto, será que vale a pena arriscar por não querer trocar o tempero???

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que o consumo diário de sal não exceda 6 g por dia, o que equivale a uma colher de chá, porém, algumas pesquisa revelam que nos países ocidentais o consumo de sal chega a 10 g em média, enquanto que no Brasil, assim como nos países asiáticos e na Europa oriental atinge 12 g.

Temos que lembra também, que os alimentos já contém sódio (um dos minerais que compõe o sal) naturalmente, portanto, o melhor é reduzir ao máximo o consumo do sal de adição!!!

Então vamos lá, algumas dicas para substituir o sal!
- Retire o saleiro da mesa.
- Dê preferência aos temperos naturais como: sálvia, tomilho, louro, cebolinha, alecrim, entre outros.
- Evite ao máximo os temperos industrializados, sejam na forma de tabletes ou pós.
- Evite as conservas, enlatados, salgadinhos, carnes processadas, embutidos e fast food.
- Algumas pesquisas têm mostrado os benefícios dos alimentos ricos em potássio em reduzir a pressão arterial. Alguns alimentos importantes: feijão, ervilha, vegetais verde-escuros, abóbora, cenoura, beterraba, tomate, batata inglesa e laranja, banana, melão, frutas secas, germe de trigo, farelo de trigo, flocos de cereais, arroz integral.
- Não despreze a água de cocção, pois o potássio passa para a água durante o cozimento.
- Leia a informação nutricional presente no rótulo do alimento. Considere um alimento com elevado teor de sódio quando ele tiver mais do que 400mg de sódio por 100g ou 100ml e baixo teor de sódio quando apresentar 140 miligramas de sódio, ou menos, por porção ou por 100 gramas.

Lembrem-se mulheres, que além desta relação negativa do sal com a saúde, ele também prejudica muito a retenção de líquidos, piora celulite, portanto, capriche nestas dicas!!!

Grande abraço!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Morcela

Recebi um email de uma leitora do blog pergntando sobre a morcela. Resolvi então publicar algo sobre o assunto, já que muita gente não conhece!

Morcela é um enchido feito com uma combinação de carne de porco (aparas de entremeada, língua e coração), sangue e arroz (em alguns casos) condimentada com alho, louro, cravinho, cominhos e cebola. Após o enchimento sofre um processamento térmico (cozedura), sendo arrefecida rapidamente e posteriormente colocada na área de secagem.

Na região Norte são características: a morcela de lombo (feita a partir de tripa de porco recheada com um preparado de lombo de porco cozido e picado, pão ralado, amêndoas pisadas, açúcar com água, canela e banha) e a morcela de sangue (feita como a anterior mas, em substituição do lombo de porco, leva sangue de porco cozido e ralado).

Em Portugal é um prato típico, sendo possível encontrá-lo em diversas regiões. A morcela confeccionada na região da Guarda é reconhecida como tendo grande qualidade, assim como as dos Açores e de Portalegre. Inclui pedaços de carne entremeada, ligados com sangue de porco, que lhe conferem uma cor escura. É temperada com diversas especiarias, contando-se entre elas os cominhos e o cravinho, que emprestam uma grande intensidade ao seu sabor. Pode ser servida assada, cozida ou fria. É frequentemente utilizada como complemento ao cozido à portuguesa, às fava com chouriço e à feijoada.

Os produtos tradicionais portugueses são produtos únicos que têm origem na região que lhes dá o nome e que têm uma forte ligação com essa mesma região, de tal forma que é possível demonstrar que a qualidade do produto é influenciada pelas raças animais, solo, vegetação, clima e tecnologia de fabrico.

A produção de alimentos tradicionais, tanto de forma “caseira” como a um nível mais industrial, deverá ser enquadrada segundo as exigências atuais de higiene/salubridade, numa perspectiva de proteção do consumidor. Este, não só valoriza as propriedades organolépticas e nutricionais dos produtos tradicionais como tem vindo a dar cada vez mais importância à segurança dos alimentos.

Neste contexto surgiu a adoção de estratégias de valorização comercial dos produtos tradicionais, através da certificação e consequente atribuição das marcas. O processo de certificação constitui um importante passo de defesa destes produtos, uma vez que procura assegurar as condições de higiene com que estes são produzidos, bem como o respeito pelos métodos de fabrico tradicionais, garantindo, assim, a autenticidade e a origem dos produtos.


Morcela Preta
Informação Nutricional (Porção 45g - 9 fatias )
Valor calórico = 112kcal
Carboidratos = 2.4g
Proteínas =7.2g
Gorduras totais =13g
Gorduras saturadas =4g
Sódio = 368g


Morcela Branca
Informação Nutricional (Porção 40g - 11 fatias )

Valor calórico = 96kcal
Carboidratos = 2.4g
Proteínas = 6.4g
Gorduras totais = 14.6g
Gorduras saturadas = 4g
Sódio = 280g

Acesse o site www.coopsantaclara.com.br/confrariagourmet e confira receitas com morcela.

Referências bibliográficas
http://www.coopsantaclara.com.br/site2006/produtos/produto.php?cod=72009
http://pt.wikipedia.org/wiki/Morcela

quinta-feira, 16 de julho de 2009

DIET X LIGHT

Qual a diferença entre diet e light?

Quero emagrecer, o que escolher?

Posso comer a vontade já que o produto é diet ou light?

O iogurte é zero gordura, que bom posso tomar quanto quiser!

Pois é, estas são dúvidas comuns... E a cada dia as gôndolas dos supermercados estão cheias destes produtos. É necessário conhecer a diferença entre o diet e light para que seu consumo seja eficaz. Então vamos lá!

Segundo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) DIET é o alimento para fim especial, ou seja, deve estar isento de um determinado nutriente, como por exemplo, açúcar para diabéticos, sódio para hipertensos. Já o LIGHT deve ter uma redução de pelo menos 25% do valor calórico e/ou de algum nutriente (açúcar, gordura saturada ou total, colesterol, sódio) comparado com o produto tradicional ou similar de marcas diferentes.

Sendo assim, não significa que os produtos diets devem ter menos calorias, pois mesmo retirando o açúcar, por exemplo, o alimento pode conter gordura, como é o caso do chocolate, que apresenta teor calórico próximo do normal. Agora, tomando como exemplo os refrigerantes, independente de ser diet ou normal, contém açúcar e nada de gordura, portanto, pensando na versão diet, onde é retirado o açúcar e substituído pelo adoçante, acaba se tornado um alimento de baixa caloria.

Os produtos lights também exigem atenção quanto ao consumo! Muitos pensam que light é sinônimo de consumo liberado! Pois é, não é assim! Neste caso é necessário observar muito bem o rótulo para avaliar se vale a pena seu consumo quando comparado com a versão original. Identificar onde está a redução (de caloria, gordura, açúcar ou sódio) para assim justificar seu consumo. Às vezes o produto apresenta menos caloria do que o original, porém o dobro de sódio...e então...será que vale a pena???

Fique atento aos rótulos! Compare! E pense no seu objetivo antes de escolher os produtos apenas pela propaganda!!!


Referências Bibliográficas:
Portaria SVS/MS n.º 29/98 - Regulamento Técnico referente a Alimentos para Fins Especiais.Portaria SVS/MS n.º 27/98 - Regulamento Técnico referente a Informação Nutricional Complementar.Resolução ANVS/MS n.º 259/02 - Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos Embalados.

segunda-feira, 30 de março de 2009

TPM - Tensão pré Menstrual




... TPM, o nome já assusta! Mulheres, precisamos tomar cuidado com esta fase!


Consideramos TPM mais ou menos 10 dias antes da menstruação, portanto, façam as contas de quanto tempo podemos ter problemas por causa da TPM! Se todo mês a TPM interfere no seu trabalho ou na sua vida pessoal, cuidado, no ano são 120 dias que você vai sofrer! Será que vale a pena???


Aqui vou coclocar algumas dicas de alimentação que podem ser úteis para controlar os sintomas da TPM. Mas lembre-se, você também precisa colaborar!!!



REDUZIR


- café, chá preto e mate, guaraná e refrigerantes;
- alimentos salgados (ex. temperos industrializados, molho de soja, e outros);
- açúcar refinado;
- alimentos gordurosos;

IMPORTANTE


- Utilizar alimentos diuréticos: alface, pepino, alcachofra, salsinha, melancia, tomate, melão, morango e abacaxi.
- Vitamina B6 = frango, porco, atum, ovos, aveia, amendoim, soja, banana, levedo de cerveja, arroz integral, cará, alho e sementes de gergelim.
- Vitamina E = óleos vegetais, cereais integrais e nozes .
- Utilizar leite e derivados, pois o cálcio pode reduzirs os sintomas da TPM.




Alguns alimentos que pode ajudar no humor!!! Eles ajudam a sentir se bem. São eles: carne magra, peixes, leite e iogurte desnatados, queijos brancos e magros, oleaginosas como nozes, castanhas e amendoim e leguminosas, tâmara, banana.




Camomila e maracujá também colaboram para acalmar, portanto aproveitem a oportunidade para utilizar o chá como hidratante, principalmete para aquelas que esquecem da água!!! Só tomar cuidado com a adição de açúcar ou adoçante...o açúcar por tom]nar a bebida calórica...e o adoçante que contém sódio em sua composição, podendo aumentar a retenção de líquidos!




Eespero que as dicas sejam úteis, e que assim possamos passar dias melhores!


Beijos


quinta-feira, 5 de março de 2009

Alimentos Diuréticos




Neste calor as mulheres reclamam de retenção hídrica...um tormento!!! Pernas e pés cansados, celulite aumenta, peso aumenta, enfim um grande incômodo!

Então algumas dicas para diminuir a retenção de líquidos.

- Beber bastante água, pois ela vai estimular o trabalho do rim!

- Cuidado com a ingestão de sódio, inclusive das águas minerais. Prefira a água filtrada se possível, porém de lugar confiável.

- Sempre observe o rótulo dos alimentos e prefira os que apresentam baixo teor de sódio. Caso o alimento tenha mais do 400mg de sódio (Na) por 100g/ml de produto, é considerado alto teor de sal!!!

- Cuidado com o uso de adoçantes: sacarina sódica e ciclamato de sódio! Aliás, os alaimentos diets e lights que conté, este tipo de adoçante também devem ser controlados!

-EVITAR AO MÁXIMO:
Ø Consumo de bebida alcoólica
Ø Alimentos ou preparações salgadas
Ø Sal de adição
Ø Shoyo, prefira o light
Ø Caldo de carnes em tabletes



-PREFIRA OS ALIMENTOS DIURÉTICOS COMO:
· Chuchu, Tomate, Aspargo, Alcachofra, Alface, Espinafre
· Abacaxi, Manga, Pêssego, Morango, Pêra, Melão, Uva
· Chá claro


Espero que as dicas sejam úteis!
beijos