terça-feira, 31 de agosto de 2010

DIA DO NUTRICIONISTA

Desejo a todos os nutricionistas muita felicidade!

Parabéns pela bela escolha da profissão!

E claro, não posso deixar de agradecer todos que acompanham o blog e acreditam na nossa profissão!
Grande beijo

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Quase metade de adultos do país está acima do peso-IBGE

Por Rodrigo Viga Gaier
Quase metade da população adulta brasileira, com 20 anos de idade ou mais, está acima do peso, sendo que cerca de 15 por cento desses são considerados obesos, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE.
"Estamos numa situação de absoluto alerta vermelho", disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a jornalistas na sede do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
"Estamos chegando a um padrão muito próximo, infelizmente, de países como os Estados Unidos e a Austrália. Se mantivermos esse ritmo, daqui a 10 anos estaremos com dois terços da população acima do peso, como já acontece nos Estados Unidos", acrescentou.
O problema do excesso de peso atinge mais homens que mulheres, embora a diferença seja considerada pequena. Já a obesidade é maior entre as mulheres, segundo o IBGE.
De acordo com a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), em 2009, 49 por cento dos brasileiros com 20 anos ou mais apresentavam excesso de peso, sendo que entre os homens esse patamar chegou a 50,1 por cento e entre as mulheres é de 48 por cento. O resultado representa, de acordo com o IBGE, um grande salto estatístico em relação ao perfil observado na década de 1970.
"O excesso de peso e a obesidade são fenômenos crescentes e aparecem de forma generalizada. As informações sobre excesso de peso são muito contundentes", disse a coordenadora do instituto, Márcia Quintsler. As classificações sobre o peso têm como referência parâmetros utilizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O sobrepeso é maior entre os que têm 55 anos e 64 anos, sendo que 60,7 por cento apresentam quilos a mais. "O excesso de peso foi diagnosticado em cerca de metade dos homens e das mulheres, excedendo em 28 vezes a frequência do déficit de peso no sexo masculino e em 13 vezes no feminino", disse o IBGE em comunicado.
O problema da obesidade, identificado em 14,8 por cento dos adultos brasileiros, é mais grave entre as mulheres (16,9 por cento) do que entre os homens (12,5 por cento).
O ministro ressaltou que o aumento de peso da população representa um grave problema para a saúde dos brasileiros, em decorrência da grande variedade de doenças relacionadas.
"Excesso de peso, obesidade e inatividade física projetam hipertensão, diabete, doenças cardiovasculares, AVC, câncer e doenças crônicas, ou seja, afeta profundamente a qualidade de vida", alertou Temporão.
O excesso de peso e a obesidade foram observadas em todas as faixas etárias pesquisadas pelo IBGE, independentemente do sexo, da região ou do estrato de renda. Márcia Quintsler observou, no entanto, que "nos homens, o excesso de peso e a obesidade têm mais equivalência com a renda".
"Há uma tendência de evolução temporal do excesso de peso e obesidade com aumentos modestos ou até mesmo estabilidade de 1974 a 1989 e aumentos explosivos entre 1989 e 2009", afirmou o IBGE.

INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA
O excesso de peso foi identificado em 2009 em uma em cada três crianças de 5 a 9 anos (33,5 por cento), o equivalente a um salto de 20 pontos percentuais em 20 anos.
Entre os 34,8 por cento de meninos com sobrepeso, quase metade (16,6 por cento) apresentou obesidade (mais de quatro vezes os 4,1 por cento de 1989). Nas meninas, de 32 por cento com sobrepeso, um terço (11,8 por cento) era obesa (quase cinco vezes os 2,4 por cento registrados em 1989.
Segundo o ministro, o governo está empenhado em melhorar a qualidade da alimentação escolar para tentar combater o aumento de peso da população.
"O Brasil tem adotado política para mudar radicalmente a oferta de alimentos nas escolas. O banimento de alimentos com muito valor calórico é fundamental", afirmou Temporão.
A tendência de aumento de peso entre adolescentes com idade de 10 a 19 anos se manteve nos últimos 34 anos. No sexo masculino, o índice passou de 3,7 por cento para 21,7 por cento. Já entre as mulheres, as estatísticas saltaram de 7,6 por cento (1974-1975) para 19,4 por cento (2008-2009). Entre os dois sexos, o sobrepeso tendeu a ser mais frequente em áreas urbanas que em rurais.

Vamos nos cuidar!!!
Coloquei esta reportagem para que todos possam pensarque não vale a penafazer parte desta estatística! Vamos mudar este dado!
Beijos

Viviane

Comer demais.....

Matéria extraída do site da BBC


Comer demais em pouco tempo pode aumentar gordura no longo prazo, diz estudo
Efeito de dieta ruim e poucos exercícios pode ser de longo prazo

Uma pesquisa feita por cientistas na Suécia afirma que pessoas que se alimentam mal e em excesso – mesmo durante apenas um pequeno período de tempo – podem sofrer um aumento na gordura do seu corpo no longo prazo. No estudo da universidade de Linkoping, um grupo de pessoas passou quatro semanas comendo vários alimentos ricos em gordura e praticando poucos exercícios físicos. Em média, eles engordaram 6,4 quilos. Mais de dois anos depois, os indícios de aumento da gordura no corpo ainda eram evidentes. Durante a pesquisa, que foi publicada na revista científica Nutrition & Metabolism, os 18 participantes do estudo tiveram sua atividade física limitada a 5 mil passos por dia, a média de uma pessoa com vida sedentária.


Longo prazo
Durante quatro semanas, eles aumentaram em 70% o consumo de alimentos com muitas calorias. Após seis meses, eles já haviam perdido quase todo o peso adquirido – por volta de 5kg. No entanto, após 12 meses, o peso médio de cada um havia aumentado em 1,5kg, dos quais 1,4kg eram em gordura. Após dois anos e meio, aumento do peso foi de 3,1kg.
A pesquisa sugere que até mesmo um período curto de ingestão excessiva de alimentos gordurosos e a falta de exercícios podem mudar psicologicamente cada pessoa, tornando mais difícil a perda de peso.


Meus comentários


Notícia ruim hein? Mas não novidade, não é mesmo? Isso reflete muito o fim de semana, onde normalmente nos damos o direito de comer a vontade com o pensamento de que já foi muito doloroso a restrição da semana!


Pois é, volto a falar. Procure uma orientação nutricional e não uma dieta. Devemos pensar em uma mudança que não seja impossível manter para a vida inteira. É preciso encontrar a fórmula (e é isso que não é tão simples!) para incorporar novos hábitos alimentares eficazes para serem mantidos pela vida! Afinal, como sempre digo, não estamos neste mundo para sofrer!


Grande beijo a todos!
Viviane